Mamaplastia de Aumento

A mamaplastia de aumento, ou implante de silicone nas mamas, é uma das cirurgias estéticas mais realizadas mundialmente, com seu número aumentando a cada ano. A grande maioria dos estudos demonstra que este procedimento alcança um dos mais altos índices de satisfação das pacientes. Os resultados deste procedimento melhoraram muito, tanto em relação melhora das técnicas cirúrgicas como da melhor qualidade dos novos tipos de implantes disponíveis. As pacientes candidatas a este procedimento são, geralmente, aquelas que apresentam mamas pequenas, com ou sem assimetria, pacientes que emagreceram ou após a gestação, quando pode haver perda do volume mamário. A cirurgia de aumento mamário também pode ser realizada associada a correção da prótese mamária ou “mama caída”. Cada paciente apresenta um tipo particular de conformação corporal e deve ser avaliada individualmente para a escolha do melhor tipo de implante, da melhor técnica cirúrgica e da melhor via de acesso para a colocação do implante (incisão).

As vias mais utilizadas são a inframamária, a peri-areolar e a axilar (colocação do implante com o auxílio da endoscopia, sem deixar cicatrizes nas mamas).

Através de qualquer uma destas vias, o implante pode ser colocado sub-glandular ou sub-muscular. O procedimento é realizado com anestesia geral ou anestesia local e sedação, e o resultado já pode ser observado logo após o procedimento, levando em consideração que sempre haverá edema ("inchaço") e eventualmente equimoses ("roxos"). O resultado final é considerado após 6 meses. É importante ressaltar que, após várias décadas de experiência e de estudos científicos realizados, não existe nenhuma evidência de que o implante de silicone possa causar doenças mamárias malignas (câncer de mama); portanto, é considerado seguro e aprovado mundialmente para uso estético e reparador.

Mamaplastia Redutora


No Brasil, houve uma mudança visível nos conceitos de estética mamária nos últimos anos, principalmente em relação ao volume mamário. As técnicas de mamaplastia redutora realizadas por alguns cirurgiões brasileiros ficaram internacionalmente conhecidas, tamanha era a procura pelo procedimento de redução mamária no país. Atualmente, as mamas volumosas estão mais valorizadas, e este fenômeno ocorre em todas as idades. Como conseqüência, não é mais tão comum a redução muito radical do tamanho das mamas. Atualmente, em casos extremos de hipertrofia mamária aplicam-se as técnicas clássicas; porém, em reduções mamárias moderadas a pequenas, podemos reduzir o tamanho das cicatrizes e modelar melhor o formato mamário. A cirurgia enfatiza, principalmente, adequar o tamanho da mama as proporções de cada paciente, levando em consideração a posição das aréolas e o contorno mamário. A mamaplastia redutora pode melhorar significativamente a qualidade de vida, principalmente em relação aos problemas pastorais, dificuldade em vestir-se, em praticar esportes e também na esfera emocional. Geralmente, o procedimento é realizado com anestesia geral ou anestesia local e sedação nos casos de menor complexidade. As incisões são cuidadosamente posicionadas para que as cicatrizes sejam menos evidentes e possam ser escondidas pelas roupas íntimas e trajes de banho.

Mastopexia

A mastopexia é o procedimento indicado para correção da prótese mamária (“mama caída”). É possível manter todo o tecido mamário existente e modelar a mama com pontos. Assim, pode-se elevar, projetar e modelar a mama para que adquira um formato mais harmônico, sem a inclusão de implante de silicone. Quando não há tecido mamário suficiente para um bom resultado estético, podemos associar a inclusão de implante de silicone na mesma cirurgia ou em um segundo tempo cirúrgico, dependendo do caso. Geralmente, esta cirurgia é realizada com anestesia local e sedação, ou anestesia geral, e as incisões são cuidadosamente posicionadas para que as cicatrizes sejam menos evidentes e possam ser escondidas pelas roupas íntimas e trajes de banho.